grandes jogadores do passado!!


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«Sr. Hernâni».





Hernâni foi considerado por muitos como o melhor jogador português de todos os tempos. Nasceu na cidade de Águeda no dia 1 de Setembro de 1931.
Começou por jogar futebol no Recreio de Águeda e desde logo apareceu o interesse do Futebol Clube do Porto que o levou para a cidade Invicta. Fez a sua estreia com a camisola azul e branca no dia 10 de Setembro de 1950 contra o Estoril, que os portistas venceram por 4-3 com Hernâni a contribuir para a vitória ao apontar um golo. Representou sempre o FCP, tendo só uma curta incursão pelo Estoril quando foi obrigado a cumprir o serviço militar, mas com a condição de não defrontar o Futebol Clube do Porto.
Jogador polivalente no meio-campo, também jogava no ataque (marcou mais de 100 golos em toda a sua carreira). Fez parte de uma equipa onde sobressaíam nomes como: Pedroto, Miguel Arcanjo, Monteiro da Costa ou Jaburu.
Venceu dois Campeonatos Nacionais, em 1955/56 com o técnico brasileiro Yustrich, e em 1958/59 com o hungaru Bela Gutmann. Tendo Hernâni apontado 10 golos no primeiro título e 15 no segundo.
Além das suas qualidades invulgares como futebolista, Hernâni tinha também um forte caracter e são bem conhecidos os problemas que tinha com o treinador Yustrich, que chegaram mesmo a confrontos físicos á entrada para os balneários (ainda por trás da baliza da superior sul) num jogo em 1958. O chefe do exército, Santos Costa, ordenou então que Hernâni se apresentasse sempre nas Antas fardado, e assim foi, a farda era o escudo de Hernâni contra os maus humores de Yustrich.
Ainda num Sporting – Porto, marcou um grande golo que foi anulado pelo árbitro por já ter apitado para o… intervalo (o árbitro um tal de Inocêncio Calabote), Hernâni furioso chamou-lhe de tudo o que lhe veio à cabeça, valeu a rápida intervenção de Pedroto e o peso da consciência do árbitro para não ser expulso.
Retirou-se da carreira de futebolista em 1964, e quando José Maria Pedroto foi convidado para ser o treinador em 1966/67 exigiu que Hernâni fosse o director de futebol.
Disse um dia: “Sabe, até Eusébio tinha grande admiração por mim, tratava-me por «Sr. Hernâni».
Hernâni tinha uma vida agradável quando a morte o levou, a 5 de Abril de 2001.




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Virgilio Mendes



Virgilio Mendes




Natural do Entroncamento — 17 de Novembro de 1927

Naquele tempo já o Entroncamento se afamara como terra de fenómenos mais ou menos pícaros, mais ou menos pitorescos. Mas era também encruzilhada de mil caminhos-de-ferro, de sonhos e desilusões, urbe de cheiro a carvão. Virgílio Mendes nasceu à beira da estação. Os pais trabalhavam na CP. Cresceu, pois, entre ferros e vagões. Mas com o sonho de que um dia pudesse apanhar um comboio chamado desejo e fugisse, para sempre, da vida pequenina de operário de horizontes acanhados, salários de miséria, dores de corpo e de alma, a felicidade suja como os fatos-macacos. Cinco filhos tinha o casal Mendes. Um deles, Zeca, ainda jogou no Sporting, o outro, Germano, ficou com as pernas cortadas por causa da asma. Era o melhor de todos, isso mesmo asseveraria, pela vida fora, Virgílio, que o destino quis que, afamando-se, da lei da morte se libertasse.
Virgílio começou a jogar como avançado-centro. No Entroncamento, pois claro. Tinha 18 anos e já trabalhava como serralheiro nas oficinas da CP. Parecia ser a sina da família Mendes. Mas, um dia, com o sangue fervendo-lhe de ambição, de vontade de vencer o seu destino, Virgílio meteu licença na companhia e foi, à aventura, para Lisboa fazer testes de futebolista. Para o Benfica foi. Como impulso do seu coração. Era o seu clube. Três semanas lá andou. Mas não conseguiu entusiasmar Janos Biri.
Alguns anos depois, mercê de uma exibição fabulosa, o F. C. Porto ganharia em Lisboa ao Benfica. Com essa derrota os benfiquistas perderiam o Campeonato. Como se isso fora a sua vingança, Virgílio deixaria o campo chorando de alegria. Como se tivesse ganho o Campeonato do Mundo, ele que, pequenino, chorava quando o Benfica perdia...
Do Campo Grande partiu com o coração despedaçado pelo sonho desfeito. Por essa altura, Severiano Correia, que

Com amigos assim...

Depois de passar a treinador adjunto, em 1966, Virgílio assumiu as funções de treinador principal do F. C. Porto, substituindo Flávio Costa, entretanto demitido. O F. C. Porto estava já afastado da luta pelo título — era a má sina que voltava... —, o Benfica e o Sporting estavam em luta ombro a ombro. Os benfiquistas ofereceram 20 contos a cada jogador do F. C. Porto no caso de ganharem ao Sporting. Perderam. Por 0-4. Mas o Sporting só logrou vantagem depois de uma polémica expulsão de Américo, que foi substituído, na baliza, pelo avançado Carlos Manuel. Virgílio, com as lágrimas rorejando-lhe os olhos, aventou: «João Calado foi atleta do Ferroviário do Entroncamento quando eu também lá estava. Éramos amigos e colegas de equipa e de trabalho nas oficinas de vagões da CP. Sei bem que ele é sportinguista dos sete costados. A expulsão de Américo deveu-se apenas a um facto: ser o jogador-chave da minha equipa.» Com amigos assim... Confidenciaria que fora nessa altura que descobrira que o melhor do futebol era a bola e que por isso não valeria a pena prosseguir, com o afã com que o fizera como futebolista, a carreira de treinador...

Aquele castigo que só Virgílio sofreu...

Em 1957, Virgílio protagonizou situação completamente sem precedentes no futebol português. Como se um arroubo de justiça salomónica pudesse transformar-se num sinal de duvidosa... justiça. Num jogo contra o Benfica, nas Antas, foi expulso por entrada súcia sobre Fernando Caiado, que do lance se queixaria assim no final da partida: «Mal posso respirar, desconfia-se de que tenho qualquer costela fracturada, mal me mantenho em pé, estou groggy...»
A FPF enristou a espada e puniu com severidade. Exemplarmente, como, então, se dizia. Virgílio foi suspenso por três jogos... ou mais! Isso mesmo: enquanto se mantivesse a incapacidade do adversário atingido estaria impedido de jogar futebol. Espantado ficou com o escarmento, dizendo, acabrunhado, que estava de consciência tranquila, só sentindo «a culpa de não ter pedido desculpa a Caiado». Mas se o princípio do castigo até seria aceitável, estranho foi que apenas uma vez se tivesse aplicado. E logo contra aquele que era o esteio do F. C. Porto, então na luta pela conquista do título nacional. E como à mulher de César não basta ser séria... as dúvidas ficaram para sempre sobre a justiça da Justiça do futebol...
Virgílio reapareceria à liça dois meses depois, contra o Sporting, num jogo que ficaria famoso por um dos fiscais de linha ter agredido um apanha-bolas com a própria bandeirola. Os portistas, que já não estavam na corrida pelo título, ganharam por 2-1. Emocionado, Virgílio diria no balneário: «Preferi jogar a ter 50 contos na carteira.» A talho de foice, refira-se que de prémio pela vitória recebeu, como todos os jogadores, dois contos...




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Jaburu grande jogador do F.C.P.

Teve um final trágico .... morreu na miséria, e alcoolizado
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Verdade amigo replica infelismente teve um fim de vida nada condizente
com a estrela que foi no futebol e em especial no F.C.Porto

Aqui fica alguma da sua história no futebol


Jaburu


Jorge de Sousa Mattos, mas conhecido como Jaburu, nasceu no dia 19 de Abril de 1933 no Rio de Janeiro.
No Brasil representou o Olaria, Fluminense e o América.
Ingressou no Futebol Clube do Porto na época de 1955/56 onde encontrou Dorival Yustrich como treinador. Fez a sua estreia no dia 25 de Setembro de 1955 no estádio das Antas onde o FC Porto defrontou o Belenenses, o jogo terminou empatado 1-1.
Nessa temporada, Jaburu formou a dupla do ataque portista com António Teixeira, e dos 77 golos marcados pelos Dragões 21 foram de sua autoria. No final do campeonato o FC Porto sagrou-se Campeão Nacional. Os portistas venceram também a Taça de Portugal ao vencerem na final o Torreense por 2-0.
No final dessa época, Jaburu deixou o FC Porto e rumou a Espanha onde foi vítima de uma doença grave. Ainda regressou a Portugal onde teve uma passagem pelo Leixões. Depois voltou ao Brasil onde faleceu.


Palmarés:
1 Campeonato Nacional
1 Taça de Portugal
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Nome Completo Vata Matanu Garcia
Idade 47 (1961-03-19)
Nacionalidade: angolano
Peso: 77 kg
Altura: 179cm
Posição Avançado


Épocas no Benfica: 3 (88/91)

Jogos: 76
Golos: 35

Títulos: 2 CN e 1 ST

Marcou o célebre golo com a mão, que pôs o Benfica na última final europeia.


"O computador surgiu para resolver os problemas que você não tinha"
Duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana.Mas, no que respeita ao universo, ainda não adquiri a certeza absoluta
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Nome Completo Vata Matanu Garcia
Idade 47 (1961-03-19)
Nacionalidade: angolano
Peso: 77 kg
Altura: 179cm
Posição Avançado


Épocas no Benfica: 3 (88/91)

Jogos: 76
Golos: 35

Títulos: 2 CN e 1 ST

Marcou o célebre golo com a mão, que pôs o Benfica na última final europeia.
Por aqui se vê a categoria deste jogador !!!

Este espaço é para lembrar grandes campeões e não batoteiros disse Batoteiros
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Por aqui se vê a categoria deste jogador !!!

Este espaço é para lembrar grandes campeões e não batoteiros disse Batoteiros
Então Elvénio...Réplica....Piramidal....p erdoa-me se me esqueci de mais algum nick....é também para campeões da batota.....não é nisso que sois campeões


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O Corral das moinas anda a influênciar alguns adeptos do futebol, ainda bem! é o regresso ás origens
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Espirito Santo


Nome Completo Guilherme Santa Graça Espirito Santo
Idade 89 (1919-08-30)
Nacionalidade: português
Internacionalizações: 8
Posição Avançado
Aquele traço afro numa cultura centenária. Que bem fica ao Benfica. Aquela multirracialidade nas suas hostes. Aquele apego aos valores da negritude. Aquele vermelho solidário. Aquela paz nos dois lados da trincheira colonial. Aquele carruagem africana de Eusébio, de Coluna, de Santana, de Rui Rodrigues, de Jordão, de Shéu, de Mantorras. Aquele precursor, Guilherme Espírito Santo – a Pérola Negra.

De ascendência angolana, nasceu em Lisboa, menos de um anos depois de ter sido assinado o armistício que punha termos à I Guerra Mundial, de 14-18. Tinha oito anos, quando a família regressou a Luanda, na expectativa de melhorar as condições de vida. Cedo se iniciou no futebol, jogando em meados dos anos 30 na filial luandense do Benfica. “Sou benfiquista desde os três anos. Havia na altura uns maços de tabaco com as figuras dos jogadores da época. Eu gostava especialmente do Vítor Silva e foi a partir dessa altura que fiquei a torcer pelo clube”.

Como ninguém resiste à usura do tempo, haveria Espírito Santo de substituir Vítor Silva no eixo do ataque do Benfica. Ele que, regressado a Lisboa, já amigo de Peyroteo, passou a equipar de rubro, a partir de 36/37. Era ágil e rápido. Subtil também. Atributos que disfarçavam uma compleição meã. Destacava-se também por um tocante fair-play. “O cavalheirismo das suas atitudes foi faceta evidenciada logo no começo da sua carreira e mantida pelo tempo adiante, com uma dignidade que era motivo de orgulho para os seus amigos e admiradores”, elogiou Ribeiro dos Reis.

Estreou-se em mês de vindimas, na cidade do Sado, em 1936, num embate que se inscreveu no âmbito da transferência do defesa António Vieira para o Benfica. No registo da vitória encarnada, não consta nenhum golo de Espírito Santo, que actuou na metade complementar. Mas nesse mesmo ano, um outro registo, histórico e até à data imbatível, dá conta dos nove golos (!) que apontou no triunfo (13-1) sobre o Casa Pia. Um triplo hat-trick produzido por um temível goleador.
Foi ao FC Porto que mais golos marcou ao longo de 12 temporadas no Benfica. Duas dúzias de vezes obrigou os guarda-redes portistas a olharem com desalento para o fundo das redes. No final da década de 30, numa meia-final da então menina Taça de Portugal, no Estádio do Lima, o Benfica perdeu (6-1) com o FC Porto. Na segunda mão, no Campo das Amoreiras, o triunfo (6-0) foi retumbante. Espírito Santo marcou dois golos e, naquele que terá sido um dos seus melhores recitais, outros golos poderia ter marcado se o jogo não durasse apenas 75 minutos, porque os portistas, humilhados, decidiram… abandonar o campo.

Fez 199 golos em 285 jogos. Esteve duas temporadas sem actuar (41/42 e 42/43), vitima de um grave problema de saúde, que degenerou numa inflamação dos pulmões. Quando regressou, sem prejuízo das suas faculdades, enveredou pelo posto de extremo-direito, optimizando a sua velocidade. Ele que se destacou também no atletismo. “Estava num treino e a determinada altura a bola saiu do campo, fui a correr apanhá-la e sem dar por isso saltei uma barreira de salto em altura. Estava a 1,70 metros e ninguém tinha conseguido fazê-lo”. Não enjeitou o convite para incursão fazer no atletismo. Bateu o recorde nacional, com 1,80 metros, só ultrapassado vinte (!) anos mais tarde. Foi ainda campeão nacional de salto em comprimento e triplo-salto. “Deve ter sido porque em Angola fui mordido por um macaco”, diz meio a sério, meio a brincar.
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BENFICA (POR) 7 X 0 FC PORTO (POR)
Data: 05/06/1938
Campeonato de Portugal / Quartas de Final
Lisboa: Lisboa (Amoreiras)
Árbitro: Cunha Pinto (Setúbal)
Gols: Valadas 5, Lopes 17, Luís Xavier 22, Espírito Santo 26,Luís Xavier 28, Espírito Santo 50, Espírito Santo 63
BENFICA: Augusto Amaro; António Vieira e Gustavo Teixeira; Raul Batista, Francisco Albino e Gaspar Pinto; Domingos Lopes, Feliciano Barbosa, Espírito Santo, Luís Xavier e Alfredo Valadas /Técnico: Lipo Hertzka
PORTO: Soares dos Reis; Marins de Araújo “Vianinha” e Fernando Sacadura; Manuel dos Anjos “Pocas”, Carlos Pereira e Fernando Ferreira; Lopes Carneiro, Francisco Reboredo, Ângelo, Artur de Sousa “Pinga” e Carlos Nunes.
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Oito vezes internacional, venceu dois Campeonatos da I Liga, dois Nacionais e três Taças. Nessa época, o despique Benfica-Sporting era muito também o despique Espírito Santo-Peyroteo. “O Guilherme sempre foi melhor jogador de futebol que eu: mais técnica, mais jogo. Menos prático, menos golos, etc.? Sim, também é verdade. Mas mais jogador”. Com a humildade que caracterizava os melhores, era assim Peyroteo, na primeira pessoa do singular.
Atleta eclético, jogador à Benfica, Guilherme Espírito Santo unia, não dividia. “Naquele tempo, existiam alguns preconceitos por causa dos jogadores de cor. Um dia, em 1947, num hotel da Madeira, queriam colocar-me num anexo por ser negro. Os jogadores do Benfica disseram que para onde eu fosse eles também iam. E acabamos todos no anexo”. Nesse momento, num outro jogo, perdeu o repugnante racismo, venceu o multirracial Benfica. Assim foi sempre doravante.

Águia de Ouro, prémio Fair Play do Comité Olímpico Internacional, Guilherme Santana da Graça Espírito Santo, já octogenário, é o decano dos jogadores do Glorioso. Presidente das comemorações do Centenário, ele simboliza a generosidade misturada com a paixão sem limites e uma longa modéstia, que só os grandes possuem. Com o Benfica, pelo Benfica.


"O computador surgiu para resolver os problemas que você não tinha"
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Artur de Sousa Pinga

Até os mais ignorantes sabem quem é o maior de todos os tempos.grande ´
jogador do F.C.P. e reconhecido no mundo do futebol
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Até os mais ignorantes sabem quem é o maior de todos os tempos.grande ´
jogador do F.C.P. e reconhecido no mundo do futebol

ahahahhahahahhah

pinga,pinga.................esta deve ser do elvenio...............

só me fazes rir....................e reconhecido ahahhahahahahahhahahahahhahahahahano mundo

ganhou tudo o que havia para ganhar..............só te falta dizer isto

_______________________________

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Uma grande dupla.

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