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#1
Para não estar para aí a abrir threads a toa, resolvi abrir um só para destacar 3 coisas, Manuel José foi eleito treinador do ano, eclipse total da lua hoje e os parabens atrasados ao Rui de Carvalho pelos seus 80 anos.
 
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#2
CAF: Manuel José eleito treinador do ano
O português Manuel José foi hoje eleito como melhor treinador a actuar em África, durante a gala da Confederação Africana de Futebol (CAF), que também escolheu para melhor jogador africano o costa-marfinense Didier Drogba, do Chelsea. Era esperada, nesta festa do futebol africano, realizada em Accra, a escolha do técnico português, que tem levado o Al Ahly, do Egipto, a uma série de vários sucessos, tanto a nível local como nas competições continentais.
O Al Ahly foi também esperado ganhador na categoria de clube e coloca três elementos na selecção ideal do ano de 2006.
Drogba, o artilheiro do Chelsea, sucede ao camaronês Samuel Eto'o, do Barcelona, vencedor nos três anos anteriores, levando pela primeira vez o troféu para a Costa do Marfim.
A dez dias de completar 29 anos, Drogba está no pico da sua carreira como jogador, tendo sido peça fulcral no sucesso dos ingleses do Chelsea, clube campeão de Inglaterra nas duas últimas épocas.
O poderoso costa-marfinense - 1,88 metros e 75 kg - chegou a Londres em Julho de 2004, depois de sete épocas em França, onde alinhou sucessivamente ao serviço de Le Mans, Guingamp e Marselha.
Além das duas conquistas da Liga inglesa tem já duas Taças da Liga e uma Community Shield, pelo Chelsea, tendo chegado à final da taça UEFA com o Marselha.
Em 2006 foi pela sua selecção finalista derrotado na Taça Africana das Nações (CAN).
 
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#3
Hoje haverá um eclipse total da lua que será visivel em Portugal ás 00 horas, esperemos que não hajam muitas nuvens, o que digamos, pelo menos por aqui vai ser dificil.:-worship
 
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#4
Ruy de Carvalho aniversariante

Actor completa 80 anos





Sessenta anos de carreira. Oitenta anos de vida. Ruy de Carvalho festejou o aniversário, esta quinta-feira, no Teatro Politeama.








Há 60 anos que é um de nós, sem o ser. Dono de um tempo que é o seu, de um espaço que fala da palavra dita, do gesto expresso, do faz-de-conta saído da pena do dramaturgo, das penas expostas em palco, da cortina que se fecha sobre mais uma vida em actos que invocam continuidade.

Sessenta anos de palco contemplam os 80 do homem que já foi tudo o que ainda há-de ser. Falstaff, Próspero, Rómulo, Lear, todos os nomes em nome da arte, em nome do público, juiz primeiro e razão de ser do actor que é a primeira pessoa do singular do verbo que conjuga no infinito o conceito de proximidade.

O carinho enobrece os sentidos, mas não lhes retira lucidez. Seis décadas de representação alicerçada em aprendizagem e carácter não fazem esquecer que o teatro tem tanto de cómico quanto de trágico.

Representar, mostrar, dizer, fingir que não se finge. Eis o actor sem crepúsculo. Eis o homem sem labirinto. Tranquilo, íntegro, benevolente e acolhedor das gerações vindouras, mesmo das que tantas vezes emergem como que por acaso.
 
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