grandes jogadores do passado!!

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José Maria Pedroto

José Maria Pedroto é um treinador e ex-jogador de futebol, nasceu no dia 21 de Outubro de 1928 em Almacave, Lamego, Portugal. Grande jogador do F.C.Porto, da equipa que foi campeã nacional com Yustrich em 1955/56 e em 1958/1959 com o Bella Guttman.

Jogou nos infantis do FC Porto, e no Leixões já em idade de júnior. Pedroto compensava a falta de físico com um enorme talento. O serviço militar levou-o ao Lusitano de VRSA, onde começou a despertar o interesse dos grandes.

Em 1950 tranfere-se para o Belenenses. Pedroto cedo se afirmou como um dos melhores médios do futebol Português. Em 1951 estreia-se pela selecção nacional, em Paris. Em 1952 a sua transferência para o FC Porto envolveu verbas recorde para a altura. O FC Porto estava a construir uma grande equipa que viria finalmente a quebrar um jejum de muitos anos...Em 1956, comandada por Dorival Yustrich, a equipa do FC Porto conquista o Campeonato e a Taça de Portugal. Pedroto foi uma das principais figuras da equipa.

Em 1959, Pedroto é novamente campeão nacional, apesar das artimanhas de um tal de Calabote... Em 1960, Pedroto torna-se o primeiro treinador Português com curso superior. Foi um treinador com excelentes capacidades técnicas associadas a um discurso agressivo, na onda Mourinho numa época diferente.

Enquanto treinador, Continuou a evidenciar-se nos "estudos", obtendo uma brilhante classificação num curso de treinadores efectuado em França. Estes resultados, aliados ao bom trabalho nas camadas jovens do FC Porto, levaram-no ao posto de treinador da selecção nacional de juniores. Com Pedroto ao "leme", Portugal conquista o seu primeiro título Europeu!

Pedroto abandona o futebol jovem do FC Porto para ir treinar a Académica. Forjou grandes talentos nessa época, sendo reconhecido por todos a qualidade do futebol apresentado pela equipa de Coimbra. Depois treinou o Leixões, onde foi vitíma da única chicotada psicológica da sua carreira, traído pela falta de condições oferecidas pelo clube. Treinou depois o Varzim, que estava no seu 2º ano na primeira divisão... o Varzim foi a sensação desse campeonato.

Em 1966 realizou um sonho: tornar-se treinador principal do FC Porto, fica até 1969 e vence uma Taça de Portugal. Depois ruma até Setúbal, altura em que o Vitória obtém alguns dos melhores resultados da sua história, sendo uma vez vice-campeão, uma vez finalista da Taça, e obtendo excelentes prestações nas competições Europeias.

Em 1974, mudou-se para o Boavista...em dois anos obtem um excelente 2º lugar no campeonato e vence 2 Taças de Portugal.

Volta às Antas para vencer dois Campeonatos e uma Taça de Portugal.

Falha o «tri» e sai na confusão do "verão quente". Passa a treinar o Vitória de Guimarães, onde esteve 2 épocas, obtendo um 4º e um 5º lugar. Com ele esteve Artur Jorge.

Pedroto escolhe Pinto da Costa para Presidente do Futebol Clube do Porto. Sucesendo assim ao ultimo verdadeiro Presidente do Clube Dr. Americo de Sá. Nesse período ainda venceu uma Taça de Portugal e foi finalista da Taça das Taças. Pedroto, usando Pinto da Costa, criaram as bases para a série de grandes êxitos que se seguiram e que culminaram com a vitória na Taça dos Campeões Europeus. Ao "leme" estava o seu discípulo Artur Jorge, um dos dois treinadores portugueses campeões europeus de clubes, a par de José Mourinho, em 2003/04, também ao serviço do FC Porto.

Palmarés: Como jogador: - 2 Campeonatos Nacionais - 1 Taça de Portugal - 17 internacionalizações

Como treinador: - 2 Campeonatos Nacionais - 5 Taças de Portugal - 4 vezes finalista da Taça de Portugal. - Seleccionador nacional (17 jogos, 03/04/74-30/03/77).

 
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Morreu um dos Grandes guarda redes do FCP o Grande BARRIGANA

Vava.
 
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Stromberg

Na temporada de 1982/83 o então Presidente da Direcção do SL Benfica, Fernando Martins, surpreendeu o mundo do futebol português quando contratou um jovem treinador sueco que na época anterior havia conquistado a Taça Uefa ao comando do IFK Goteborg. Seven Goran Eriksson era assim o escolhido para suceder a Lajos Baroti no cargo de treinador principal dos encarnados.

Apesar das iniciais desconfianças que os adeptos do SL Benfica tinham sobre o jovem técnico, o certo é que este, pelo seu saber e inovação, foi paulatinamente conquistando o coração da torcida encarnada bem como a crítica desportiva nacional onde Seven Goran Eriksson ia granjeando elogios com o decorrer do tempo.

Eriksson entrou no Estádio da Luz disposto a deixar a sua marca na história do SL Benfica e nessa medida começou a implantar princípios e uma filosofia de jogo que viriam a marcar uma época não só em Portugal como em todo o continente europeu.

ica+2Para esquema táctico que montou para o SL Benfica da época de 1982/83, cedo Eriksson percebeu que precisava de um jogador de meio campo que empreende-se maior dinâmica de jogo, isto é, que tivesse capacidade física suficiente para ocupar mais espaço e fosse mais abrangente na transição da defesa para o ataque. Alem disso, a equipa encarnada estava bem necessitada de um rejuvenescimento naquele sector do terreno de jogo.

Apesar de na altura ter sido visto como uma excentricidade do treinador sueco, a escolha recaiu sobre Stromberg, médio centro internacional, oriundo do IFK Goteborg, anterior clube de Eriksson, no qual havia sido seu treinador.
Glenn Peter Stromberg, nasceu no dia 5 de Janeiro de 1960 em Bramaregaarden na Suécia e cedo se notabilizou no seu país ao serviço do IFK Goteborg, clube com o qual conquistou surpreendentemente a edição da Taça Uefa na época de 1981/82, com apenas 22 anos, numa final disputada contra os escoceses do Dundee United.

Chegou a Lisboa apenas em Janeiro de 1983, já com a temporada de 1982/83 em andamento, fazendo a sua estreia oficial com a camisola do SL Benfica no dia 5 de Fevereiro de 1983 num desafio a contar para o Campeonato Nacional da 1ª Divisão frente ao V. Setúbal no Estádio da Luz. O resultado final desse encontro entre encarnados e sadinos foi uma igualdade a 1-1.
.
Devido à sua imensa categoria, Stromberg foi paulatinamente ganhando espaço na equipa do SL Benfica até se fixar no onze principal em detrimento de João Alves, revelando-se a partir daí como um dos jogadores mais influentes na manobra da formação encarnada. O jovem internacional sueco facilmente conquistou os adeptos encarnados e desta forma abriu um filão de bons jogadores que o SL Benfica contrataria posteriormente no mercado nórdico como os casos de Jonas Thern, Schwarz ou Mats Magnusson.

Stromberg era um jogador que patenteava uma forte compleição física, um verdadeiro “motor” no meio campo encarnado ao lado de Carlos Manuel. Aliava a sua elevada estatura, a força e frieza típica do jogador nórdico a uma excelente capacidade técnica e visão de jogo. Impetuoso no desarme e com uma passada larga na movimentação, ocupava a zona central do terreno de jogo arcando com as missões de transportar o futebol da equipa da zona defensiva para o sector atacante.

Na primeira época em Portugal, Stromberg apenas alinhou em 4 partidas oficiais do Campeonato Nacional da 1ª Divisão de 1982/83. Esta reduzida participação deveu-se essencialmente ao facto de apenas ter chegado ao SL Benfica a meio da temporada, quando a equipa estava bem entrosada e ganhadora. Alem disso, João Alves, que ocupava a sua posição no terreno de jogo, era dos jogadores mais influentes da equipa apesar de estar em declínio.

Na sua primeira época em Portugal, sagrou-se Campeão Nacional e venceu a Taça de Portugal. Voltou a disputar a final da Taça Uefa ao serviço do SL Benfica, jogando o jogo da 2ª mão da final no Estádio da Luz, mas desta feita, não conseguiu conquistar o troféu.
.
Em 1983/84, Stromberg foi titular indiscutível na equipa do SL Benfica confirmando-se como o verdadeiro “patrão” do meio campo encarnado. Alinhou em 25 partidas oficiais e apontou 3 golos no Campeonato Nacional da 1ª Divisão, competição que o SL Benfica viria de novo a conquistar.

Nesta temporada de 1983/84, Stromberg defrontou ao serviço do SL Benfica o Vitoria de Guimarães, em ambos os encontros com resultados completamente opostos.

Na 1ª volta do Campeonato Nacional da época de 1983/84, no jogo da 13ª jornada, o SL Benfica recebeu no Estádio da Luz o Vitoria de Guimarães. Surpreendentemente, o Vitoria que até era o 4º classificado naquele momento, em fase já adiantada da prova, foi copiosamente derrotado pelos encarnados por um expressivo 8-0.

Nesse jogo disputado no Estádio da Luz em Lisboa, perante cerca de 30.000 espectadores e sob a arbitragem de Carlos Valente da A. F. de Setúbal, o SL Benfica apresentou a seguinte linha inicial: Bento; Pietra, Oliveira, António Bastos Lopes e Álvaro; José Luís, Carlos Manuel, Stromberg e Chalana; Maniche e Diamantino. Ao minuto 75 o treinador Eriksson operou as duas substituições a que tinha direito com a entrada de Nené e Shéu para os lugares de Diamantino e o aqui recordado Stromberg.

O Vitoria Sport Clube treinado pelo austríaco Hermann Stessl apresentou a seguinte equipa: Silvino; Gregório Freixo, Amândio, Alfredo Murça e Laureta; Nivaldo, Fonseca e Paquito; Joaquim Murça e Flávio. Apesar da derrocada da equipa vimaranense ao longo do encontro, o treinador austríaco apenas procedeu a uma substituição quando ao intervalo fez entrar o brasileiro Eldon para o lugar de Fonseca.

Quanto ao jogo, em que Stromberg apontaria um dos oito golos encarnados, apenas dizer que foi uma exibição demolidora do SL Benfica que derrotou inaplavelmente o Vitoria de Guimarães. Ao intervalo já vencia por 3-0 com dois golos da autoria de Diamantino e um de José Luís. Na segunda parte mais cinco tentos, com Maniche e Nene a apontar dois golos cada um, e o sueco Stromberg a apontar um tento aos 59 minutos.
No jogo da segunda volta aconteceu uma pequena vingança do Vitoria SC que goleou por 4-1 o SL Benfica no Estádio Municipal de Guimarães. Alem dos números da vitória sobre o campeão nacional destaca-se essencialmente daquele encontro, o facto de a equipa vimaranense ter alinhado com vários jogadores ainda juniores.


No final dessa época acabou por ser vendido para o futebol italiano. A sua valia e as exibições protagonizadas ao serviço do SL Benfica haviam despertado a atenção dos clubes dos melhores campeonatos europeus.

Por seu turno, os encarnados, depois de conquistar duas campeonatos nacionais consecutivos e uma taça de Portugal, haviam alterado as prioridades para o seu futuro imediato, desinvestindo na equipa de futebol em detrimento de um maior investimento no património, nomeadamente no celebre fecho do 3º anel do Estádio da Luz.

Com isso, Eriksson acabou por rumar a Itália para treinar a AS Roma. Chalana, a principal coqueluche da equipa foi transferido para o Bordéus de França e Stromberg rumou ao calcio para representar o Atalanta.

Em Itália fez carreira esplendorosa e em quase uma dezena de anos a jogar nos relvados italianos com a camisola do Atalanta tornou-se num dos melhores e mais respeitados jogadores de futebol.

No ano de 1985 foi mesmo considerado o melhor futebolista sueco. Facilmente se perceberá que também pela Selecção Nacional da Suécia, o potente Stromberg fez carreira coleccionando mais de cinquenta internacionalizações ao longo da sua carreira. Pela Selecção Sueca teve como pontos altos a participação no Mundial de Itália de 1990 e no Europeu da Suécia de 1992


Actualmente, Glenn Stromberg reside com a família em Gorle, localidade próxima da cidade de Bergamo em Itália. Tornou-se num comentarista desportivo para diversos órgãos de comunicação social, especialmente para as televisões suecas.
 
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Na temporada de 1982/83 o então Presidente da Direcção do SL Benfica, Fernando Martins, surpreendeu o mundo do futebol português quando contratou um jovem treinador sueco que na época anterior havia conquistado a Taça Uefa ao comando do IFK Goteborg. Seven Goran Eriksson era assim o escolhido para suceder a Lajos Baroti no cargo de treinador principal dos encarnados.

Apesar das iniciais desconfianças que os adeptos do SL Benfica tinham sobre o jovem técnico, o certo é que este, pelo seu saber e inovação, foi paulatinamente conquistando o coração da torcida encarnada bem como a crítica desportiva nacional onde Seven Goran Eriksson ia granjeando elogios com o decorrer do tempo.

Eriksson entrou no Estádio da Luz disposto a deixar a sua marca na história do SL Benfica e nessa medida começou a implantar princípios e uma filosofia de jogo que viriam a marcar uma época não só em Portugal como em todo o continente europeu.

ica+2Para esquema táctico que montou para o SL Benfica da época de 1982/83, cedo Eriksson percebeu que precisava de um jogador de meio campo que empreende-se maior dinâmica de jogo, isto é, que tivesse capacidade física suficiente para ocupar mais espaço e fosse mais abrangente na transição da defesa para o ataque. Alem disso, a equipa encarnada estava bem necessitada de um rejuvenescimento naquele sector do terreno de jogo.

Apesar de na altura ter sido visto como uma excentricidade do treinador sueco, a escolha recaiu sobre Stromberg, médio centro internacional, oriundo do IFK Goteborg, anterior clube de Eriksson, no qual havia sido seu treinador.
Glenn Peter Stromberg, nasceu no dia 5 de Janeiro de 1960 em Bramaregaarden na Suécia e cedo se notabilizou no seu país ao serviço do IFK Goteborg, clube com o qual conquistou surpreendentemente a edição da Taça Uefa na época de 1981/82, com apenas 22 anos, numa final disputada contra os escoceses do Dundee United.

Chegou a Lisboa apenas em Janeiro de 1983, já com a temporada de 1982/83 em andamento, fazendo a sua estreia oficial com a camisola do SL Benfica no dia 5 de Fevereiro de 1983 num desafio a contar para o Campeonato Nacional da 1ª Divisão frente ao V. Setúbal no Estádio da Luz. O resultado final desse encontro entre encarnados e sadinos foi uma igualdade a 1-1.
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Devido à sua imensa categoria, Stromberg foi paulatinamente ganhando espaço na equipa do SL Benfica até se fixar no onze principal em detrimento de João Alves, revelando-se a partir daí como um dos jogadores mais influentes na manobra da formação encarnada. O jovem internacional sueco facilmente conquistou os adeptos encarnados e desta forma abriu um filão de bons jogadores que o SL Benfica contrataria posteriormente no mercado nórdico como os casos de Jonas Thern, Schwarz ou Mats Magnusson.

Stromberg era um jogador que patenteava uma forte compleição física, um verdadeiro “motor” no meio campo encarnado ao lado de Carlos Manuel. Aliava a sua elevada estatura, a força e frieza típica do jogador nórdico a uma excelente capacidade técnica e visão de jogo. Impetuoso no desarme e com uma passada larga na movimentação, ocupava a zona central do terreno de jogo arcando com as missões de transportar o futebol da equipa da zona defensiva para o sector atacante.

Na primeira época em Portugal, Stromberg apenas alinhou em 4 partidas oficiais do Campeonato Nacional da 1ª Divisão de 1982/83. Esta reduzida participação deveu-se essencialmente ao facto de apenas ter chegado ao SL Benfica a meio da temporada, quando a equipa estava bem entrosada e ganhadora. Alem disso, João Alves, que ocupava a sua posição no terreno de jogo, era dos jogadores mais influentes da equipa apesar de estar em declínio.

Na sua primeira época em Portugal, sagrou-se Campeão Nacional e venceu a Taça de Portugal. Voltou a disputar a final da Taça Uefa ao serviço do SL Benfica, jogando o jogo da 2ª mão da final no Estádio da Luz, mas desta feita, não conseguiu conquistar o troféu.
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Em 1983/84, Stromberg foi titular indiscutível na equipa do SL Benfica confirmando-se como o verdadeiro “patrão” do meio campo encarnado. Alinhou em 25 partidas oficiais e apontou 3 golos no Campeonato Nacional da 1ª Divisão, competição que o SL Benfica viria de novo a conquistar.

Nesta temporada de 1983/84, Stromberg defrontou ao serviço do SL Benfica o Vitoria de Guimarães, em ambos os encontros com resultados completamente opostos.

Na 1ª volta do Campeonato Nacional da época de 1983/84, no jogo da 13ª jornada, o SL Benfica recebeu no Estádio da Luz o Vitoria de Guimarães. Surpreendentemente, o Vitoria que até era o 4º classificado naquele momento, em fase já adiantada da prova, foi copiosamente derrotado pelos encarnados por um expressivo 8-0.

Nesse jogo disputado no Estádio da Luz em Lisboa, perante cerca de 30.000 espectadores e sob a arbitragem de Carlos Valente da A. F. de Setúbal, o SL Benfica apresentou a seguinte linha inicial: Bento; Pietra, Oliveira, António Bastos Lopes e Álvaro; José Luís, Carlos Manuel, Stromberg e Chalana; Maniche e Diamantino. Ao minuto 75 o treinador Eriksson operou as duas substituições a que tinha direito com a entrada de Nené e Shéu para os lugares de Diamantino e o aqui recordado Stromberg.

O Vitoria Sport Clube treinado pelo austríaco Hermann Stessl apresentou a seguinte equipa: Silvino; Gregório Freixo, Amândio, Alfredo Murça e Laureta; Nivaldo, Fonseca e Paquito; Joaquim Murça e Flávio. Apesar da derrocada da equipa vimaranense ao longo do encontro, o treinador austríaco apenas procedeu a uma substituição quando ao intervalo fez entrar o brasileiro Eldon para o lugar de Fonseca.

Quanto ao jogo, em que Stromberg apontaria um dos oito golos encarnados, apenas dizer que foi uma exibição demolidora do SL Benfica que derrotou inaplavelmente o Vitoria de Guimarães. Ao intervalo já vencia por 3-0 com dois golos da autoria de Diamantino e um de José Luís. Na segunda parte mais cinco tentos, com Maniche e Nene a apontar dois golos cada um, e o sueco Stromberg a apontar um tento aos 59 minutos.
No jogo da segunda volta aconteceu uma pequena vingança do Vitoria SC que goleou por 4-1 o SL Benfica no Estádio Municipal de Guimarães. Alem dos números da vitória sobre o campeão nacional destaca-se essencialmente daquele encontro, o facto de a equipa vimaranense ter alinhado com vários jogadores ainda juniores.


No final dessa época acabou por ser vendido para o futebol italiano. A sua valia e as exibições protagonizadas ao serviço do SL Benfica haviam despertado a atenção dos clubes dos melhores campeonatos europeus.

Por seu turno, os encarnados, depois de conquistar duas campeonatos nacionais consecutivos e uma taça de Portugal, haviam alterado as prioridades para o seu futuro imediato, desinvestindo na equipa de futebol em detrimento de um maior investimento no património, nomeadamente no celebre fecho do 3º anel do Estádio da Luz.

Com isso, Eriksson acabou por rumar a Itália para treinar a AS Roma. Chalana, a principal coqueluche da equipa foi transferido para o Bordéus de França e Stromberg rumou ao calcio para representar o Atalanta.

Em Itália fez carreira esplendorosa e em quase uma dezena de anos a jogar nos relvados italianos com a camisola do Atalanta tornou-se num dos melhores e mais respeitados jogadores de futebol.

No ano de 1985 foi mesmo considerado o melhor futebolista sueco. Facilmente se perceberá que também pela Selecção Nacional da Suécia, o potente Stromberg fez carreira coleccionando mais de cinquenta internacionalizações ao longo da sua carreira. Pela Selecção Sueca teve como pontos altos a participação no Mundial de Itália de 1990 e no Europeu da Suécia de 1992


Actualmente, Glenn Stromberg reside com a família em Gorle, localidade próxima da cidade de Bergamo em Itália. Tornou-se num comentarista desportivo para diversos órgãos de comunicação social, especialmente para as televisões suecas.
 
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piramidal said:
Não esquecer o grmde Mantorras o homem bola esse ficará para sempre na memória dos Benfiquistas torcedores .

Piramidal-só
Amigo o que e que sse tem a ver com este thread?
 
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PAULOSI said:
:-rofl2 :-rofl2 Um dos melhores goleadores da Europa que ganhou pelo menos duas botas de ouro e uma de prata o seu nome é Fernando Gomes goleador do F.C.Porto e da nossa querida Seleção :eek: :eek: :eek: :p :p
sem duvida grande avancado e desses que fazem falta a nossa selecao...e ao futebol portugues..:-worship
 
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Isto já cheirava a mofo, aqui vai o nome de um grande jogador, quem se lembra do



célebre JÀBURU.


Jogou no PORTO.
 
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replica said:
Isto já cheirava a mofo, aqui vai o nome de um grande jogador, quem se lembra do



célebre JÀBURU.


Jogou no PORTO.
OS INVENCÍVEIS HOMENS DE YUSTRICH



EM BAIXO - Hernani-Gastão-Jaburu-Teixeira e Perdigão
DE PÉ - Virgilio-Miguel Arcanjo-Monteiro da Costa-Osvaldo Cambalacho-José Maria Pedroto e Pinho (guarda Redes)


Dizia A BOLA que esta era uma equipa de sonho. Foi Campeã Nacional e Ganhou a Taça, esteve 24 jogos sem perder.


Jaburu - Um dos obreiros do título de 55/56, apontando 22 dos 77 golos que o FC Porto marcou nesse campeonato. Era um avançado enorme qualidade e o terror das defesas adversárias.

 
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António de Araújo nasceu em Paredes a 28/09/1923. Araújo foi um avançado que jogou no FC Porto durante grande parte da década de 40 e que, apesar da curta carreira, acabou por marcar aquela geração de futebolistas. Chegou ao FC Porto com apenas 19 anos mas logo viram nele potencial para integrar a equipa principal. Na época 1946/47 acabaría por ser o melhor marcador do campeonato com 36 golos em 25 jogos. Infelizmente, ficou ligado à pequena travessia do deserto que o FC Porto enfrentou durante esse período e que o afastou dos merecidos títulos. Mas os golos que marcou ao serviço do FC Porto cedo o levaram à Selecção Nacional e foi com naturalidade que manteve a veia goleadora ao serviço da Selecção. Foi ele o autor de dois golos à Espanha na primeira vitória oficial sobre os espanhóis (Travassos marcou os outros dois). Depois do sucesso que atingiu na Selecção Nacional acabou por ficar conhecido por «Sport Lisboa e Araújo» porque era com frequência o único jogador do FC Porto a impor-se na Selecção Nacional que naquele tempo era maioritariamente constituída por jogadores do Benfica, do Sporting e do Belenenses. Araújo foi mesmo responsável por não permitir que os «cinco violinos» tivessem na Selecção o mesmo estatuto e reconhecimento que tiveram no Sporting, isto porque o jogador do FC Porto relegava para o banco de suplentes o sportinguista Vasques.

Em 1947, no auge da sua carreira, foi-lhe diagnosticada uma doença na garganta que acabou por lhe afectar os rins. Na época seguinte ainda foi um dos protagonistas na célebre vitória do FC Porto sobre o Arsenal (3-2), mas a meio da época a doença de que padecia não o deixou continuar e foi forçado a abandonar os relvados durante quase dois anos. Quando regressou já não era o mesmo Araújo pois perdera muitas qualidades que fizeram dele um dos melhores avançados de sempre do futebol português. Ainda jogou no Tirsense e no União de Paredes antes de terminar a carreira.



 
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Augusto Soares Inácio nasceu em Lisboa a 1 de Fevereiro de 1955. Iniciou a carreira profissional ao serviço do Sporting mas foi no FC Porto que obteve os maiores sucessos da sua carreira sagrando-se campeão nacional e campeão europeu.
Acabou por dividir equitativamente a sua carreira pelos dois clubes: jogou 7 épocas no Sporting e 7 épocas no FC Porto!
Inácio chegou ao FC Porto na época 1982/83 ainda a tempo de participar na saga vitoriosa dos anos 80.
Apesar da média estatura, Inácio foi um defesa agressivo que fazia todo o corredor esquerdo do campo e que cruzava com facilidade. Ainda é hoje considerado por muitos o segundo melhor defesa esquerdo de sempre da história do FC Porto, logo atrás do brasileiro Branco.
Depois de terminada a carreira de jogador, Inácio iniciou outra como treinador.

 
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Hoje recuamos até ao Mundial do México em 1986. Mlynarczyc e Carlos Manuel trocam cumprimentos no final do Portugal-Polónia (0-1), numa altura em que os clássicos entre FC Porto e Benfica animavam, e de que maneira, o campeonato em Portugal. Na altura, Portugal liderava o grupo depois de ter vencido a Inglaterra de Bobby Robson por 1-0, mas ao segundo jogo tudo mudou. Derrota por 0-1 frente à Polónia de Mlynarczyc, Boniek e Smolarek. Portugal regressaría a casa depois de no terceiro jogo ser derrotado por Marrocos (3-1) enquanto que a Polónia sería derrotada nos Oitavos-de-final pelo Brasil (4-0). Apesar de Saltillo e da má prestação da nossa Selecção, acabou por ser um Mundial inesquecível. È que Deus resolveu intervir e escolheu Maradona!


 
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Casagrande grande jogador que militou durante algunmas épocas

nas fileiras do F.C.Porto.

Neste momento como comentador de futebol, está a atrevessar uma fase menos boa,
está ingressado numa clinica de desintóxicação motivado, pelo uso excessivo de drogas .
 
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Começou a sua carreira em Moçambique, onde jogou em equipas locais como o 1 º de Maio. Foi descoberto por um antigo jogador do Belenenses, e assinou em 1951.

Jogou pelo Belenenses, a terceira maior equipa de Lisboa, depois do Benfica e Sporting, ente 1951/52 e 1963/64, sendo por 2 vezes considerado o melhor jogador a actuar em Portugal.[carece de fontes?]

O seu último jogo por Portugal foi no Euro 1960, nos quartos de final com a Jugoslávia, tinha então 32 anos. Deixou o Belenenses numa má altura da sua carreira, e assinou pelo Atlético Clube de Portugal, então uma equipa da II Divisão, em Dezembro de 1964. Foi graças a ele que na época seguinte o Atlético voltaria para a I Divisão. Em 1967/68 partiu para Gouveia, e em 1968/69 para o Amora quando já tinha 41 anos.

Com o Amora ele foi Campeão Distrital e ajudou a equipa a chegar a III Divisão. Na época de 1970/71 mudou-se para o Canada onde jogou até 1977/78, quando fez 50 anos. Continua a ser o melhor jogador a ter representando quer o seu Belenenses quer a Selecção Portuguesa de Futebol. Nunca chegou a jogar com o seu compatriota Eusébio, que só se estreou um ano após o último jogo de Matateu.

Matateu foi talvez o melhor ponta-de-lança (no conceito restrito da função) português de sempre, o que é um orgulho para todos os adeptos do Belenenses.





 
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Hernâni foi considerado por muitos como o melhor jogador português de todos os tempos. Nasceu na cidade de Águeda no dia 1 de Setembro de 1931.
Começou por jogar futebol no Recreio de Águeda e desde logo apareceu o interesse do Futebol Clube do Porto que o levou para a cidade Invicta. Fez a sua estreia com a camisola azul e branca no dia 10 de Setembro de 1950 contra o Estoril, que os portistas venceram por 4-3 com Hernâni a contribuir para a vitória ao apontar um golo. Representou sempre o FCP, tendo só uma curta incursão pelo Estoril quando foi obrigado a cumprir o serviço militar, mas com a condição de não defrontar o Futebol Clube do Porto.
Jogador polivalente no meio-campo, também jogava no ataque (marcou mais de 100 golos em toda a sua carreira). Fez parte de uma equipa onde sobressaíam nomes como: Pedroto, Miguel Arcanjo, Monteiro da Costa ou Jaburu.
Venceu dois Campeonatos Nacionais, em 1955/56 com o técnico brasileiro Yustrich, e em 1958/59 com o hungaru Bela Gutmann. Tendo Hernâni apontado 10 golos no primeiro título e 15 no segundo.
Além das suas qualidades invulgares como futebolista, Hernâni tinha também um forte caracter e são bem conhecidos os problemas que tinha com o treinador Yustrich, que chegaram mesmo a confrontos físicos á entrada para os balneários (ainda por trás da baliza da superior sul) num jogo em 1958. O chefe do exército, Santos Costa, ordenou então que Hernâni se apresentasse sempre nas Antas fardado, e assim foi, a farda era o escudo de Hernâni contra os maus humores de Yustrich.
Ainda num Sporting – Porto, marcou um grande golo que foi anulado pelo árbitro por já ter apitado para o… intervalo (o árbitro um tal de Inocêncio Calabote), Hernâni furioso chamou-lhe de tudo o que lhe veio à cabeça, valeu a rápida intervenção de Pedroto e o peso da consciência do árbitro para não ser expulso.
Retirou-se da carreira de futebolista em 1964, e quando José Maria Pedroto foi convidado para ser o treinador em 1966/67 exigiu que Hernâni fosse o director de futebol.
Disse um dia: “Sabe, até Eusébio tinha grande admiração por mim, tratava-me por «Sr. Hernâni».
Hernâni tinha uma vida agradável quando a morte o levou, a 5 de Abril de 2001.



 
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Virgilio Mendes




Natural do Entroncamento — 17 de Novembro de 1927

Naquele tempo já o Entroncamento se afamara como terra de fenómenos mais ou menos pícaros, mais ou menos pitorescos. Mas era também encruzilhada de mil caminhos-de-ferro, de sonhos e desilusões, urbe de cheiro a carvão. Virgílio Mendes nasceu à beira da estação. Os pais trabalhavam na CP. Cresceu, pois, entre ferros e vagões. Mas com o sonho de que um dia pudesse apanhar um comboio chamado desejo e fugisse, para sempre, da vida pequenina de operário de horizontes acanhados, salários de miséria, dores de corpo e de alma, a felicidade suja como os fatos-macacos. Cinco filhos tinha o casal Mendes. Um deles, Zeca, ainda jogou no Sporting, o outro, Germano, ficou com as pernas cortadas por causa da asma. Era o melhor de todos, isso mesmo asseveraria, pela vida fora, Virgílio, que o destino quis que, afamando-se, da lei da morte se libertasse.
Virgílio começou a jogar como avançado-centro. No Entroncamento, pois claro. Tinha 18 anos e já trabalhava como serralheiro nas oficinas da CP. Parecia ser a sina da família Mendes. Mas, um dia, com o sangue fervendo-lhe de ambição, de vontade de vencer o seu destino, Virgílio meteu licença na companhia e foi, à aventura, para Lisboa fazer testes de futebolista. Para o Benfica foi. Como impulso do seu coração. Era o seu clube. Três semanas lá andou. Mas não conseguiu entusiasmar Janos Biri.
Alguns anos depois, mercê de uma exibição fabulosa, o F. C. Porto ganharia em Lisboa ao Benfica. Com essa derrota os benfiquistas perderiam o Campeonato. Como se isso fora a sua vingança, Virgílio deixaria o campo chorando de alegria. Como se tivesse ganho o Campeonato do Mundo, ele que, pequenino, chorava quando o Benfica perdia...
Do Campo Grande partiu com o coração despedaçado pelo sonho desfeito. Por essa altura, Severiano Correia, que

Com amigos assim...

Depois de passar a treinador adjunto, em 1966, Virgílio assumiu as funções de treinador principal do F. C. Porto, substituindo Flávio Costa, entretanto demitido. O F. C. Porto estava já afastado da luta pelo título — era a má sina que voltava... —, o Benfica e o Sporting estavam em luta ombro a ombro. Os benfiquistas ofereceram 20 contos a cada jogador do F. C. Porto no caso de ganharem ao Sporting. Perderam. Por 0-4. Mas o Sporting só logrou vantagem depois de uma polémica expulsão de Américo, que foi substituído, na baliza, pelo avançado Carlos Manuel. Virgílio, com as lágrimas rorejando-lhe os olhos, aventou: «João Calado foi atleta do Ferroviário do Entroncamento quando eu também lá estava. Éramos amigos e colegas de equipa e de trabalho nas oficinas de vagões da CP. Sei bem que ele é sportinguista dos sete costados. A expulsão de Américo deveu-se apenas a um facto: ser o jogador-chave da minha equipa.» Com amigos assim... Confidenciaria que fora nessa altura que descobrira que o melhor do futebol era a bola e que por isso não valeria a pena prosseguir, com o afã com que o fizera como futebolista, a carreira de treinador...

Aquele castigo que só Virgílio sofreu...

Em 1957, Virgílio protagonizou situação completamente sem precedentes no futebol português. Como se um arroubo de justiça salomónica pudesse transformar-se num sinal de duvidosa... justiça. Num jogo contra o Benfica, nas Antas, foi expulso por entrada súcia sobre Fernando Caiado, que do lance se queixaria assim no final da partida: «Mal posso respirar, desconfia-se de que tenho qualquer costela fracturada, mal me mantenho em pé, estou groggy...»
A FPF enristou a espada e puniu com severidade. Exemplarmente, como, então, se dizia. Virgílio foi suspenso por três jogos... ou mais! Isso mesmo: enquanto se mantivesse a incapacidade do adversário atingido estaria impedido de jogar futebol. Espantado ficou com o escarmento, dizendo, acabrunhado, que estava de consciência tranquila, só sentindo «a culpa de não ter pedido desculpa a Caiado». Mas se o princípio do castigo até seria aceitável, estranho foi que apenas uma vez se tivesse aplicado. E logo contra aquele que era o esteio do F. C. Porto, então na luta pela conquista do título nacional. E como à mulher de César não basta ser séria... as dúvidas ficaram para sempre sobre a justiça da Justiça do futebol...
Virgílio reapareceria à liça dois meses depois, contra o Sporting, num jogo que ficaria famoso por um dos fiscais de linha ter agredido um apanha-bolas com a própria bandeirola. Os portistas, que já não estavam na corrida pelo título, ganharam por 2-1. Emocionado, Virgílio diria no balneário: «Preferi jogar a ter 50 contos na carteira.» A talho de foice, refira-se que de prémio pela vitória recebeu, como todos os jogadores, dois contos...



 
replica

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inferno
Teve um final trágico .... morreu na miséria,
e alcoolizado
 
Casconha

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Porto
Verdade amigo replica infelismente teve um fim de vida nada condizente
com a estrela que foi no futebol e em especial no F.C.Porto

Aqui fica alguma da sua história no futebol


Jaburu


Jorge de Sousa Mattos, mas conhecido como Jaburu, nasceu no dia 19 de Abril de 1933 no Rio de Janeiro.
No Brasil representou o Olaria, Fluminense e o América.
Ingressou no Futebol Clube do Porto na época de 1955/56 onde encontrou Dorival Yustrich como treinador. Fez a sua estreia no dia 25 de Setembro de 1955 no estádio das Antas onde o FC Porto defrontou o Belenenses, o jogo terminou empatado 1-1.
Nessa temporada, Jaburu formou a dupla do ataque portista com António Teixeira, e dos 77 golos marcados pelos Dragões 21 foram de sua autoria. No final do campeonato o FC Porto sagrou-se Campeão Nacional. Os portistas venceram também a Taça de Portugal ao vencerem na final o Torreense por 2-0.
No final dessa época, Jaburu deixou o FC Porto e rumou a Espanha onde foi vítima de uma doença grave. Ainda regressou a Portugal onde teve uma passagem pelo Leixões. Depois voltou ao Brasil onde faleceu.


Palmarés:
1 Campeonato Nacional
1 Taça de Portugal
 
nartanga

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Nome Completo Vata Matanu Garcia
Idade 47 (1961-03-19)
Nacionalidade: angolano
Peso: 77 kg
Altura: 179cm
Posição Avançado


Épocas no Benfica: 3 (88/91)

Jogos: 76
Golos: 35

Títulos: 2 CN e 1 ST

Marcou o célebre golo com a mão, que pôs o Benfica na última final europeia.
 
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